30.6.10

Um dia especial



Que Manakel vos ilumine!!

Ótimo dia!

25.6.10

Lembre-se, ser votante




Lembre na hora de votar....de imagens lindas como esta!....

Essa é a nossa política, e continuará sendo se nada mudar!!

23.6.10

18.6.10

Saramago, o ícone!

José Saramago, mais um ícone da literatura corajosa nos deixa!

Com certeza onde estiver encontrará suas resposta!!




15.6.10

ATÉ QUANDO?

ATÉ QUANDO?
Até quando teremos que suportar uma sociedade individualista, que cultiva as sementes do crime e da injustiça?
Nossa sociedade está saturada de pensamentos e ideologias simplistas e egoístas, que a cada dia que passa destrói um pedaço do "ser humano", transformando-o em um ser estranho, que mata por patrimônio e por bobagens. Como é possível suportar isso?
Não podemos mais ter liberdade, pois para sobreviver nos dias de hoje temos que ficar atrás das grades de nossas casas, como se fossemos bandidos, pagando o preço de uma sociedade em declínio, que prende os bons, e liberta, realmente, os ruins.
Nesta semana perdi um de meus mestres de Direito, o Professor Ivan Luiz Guardatti Vieira, vítima da brutalidade de seres despresíveis, sem coração e sem moral, que como se a vida fosse um objeto para ser tirado de alguém, cometeram um crime na busca de patrimônio alheio. É o cúmulo.
Já é a segunda noite que durmo mal por causa desta barbárie, pois lembro-me do Mestre Ivan, sempre alegre e contando suas histórias, confesso que não tinhamos uma grande aproximação, mas eramos colegas de faculdade, nos cumprimentávamos sempre, e agora fica a lembrança apenas. Infelizmente temos muita gente ruim em nosso meio, e não adianta apelarmos, pois existe uma rede de maldade tão grande que é capaz de virarmos os vilões dessa história, sujando a imagem de nossa moral e honra. Enquanto que seres inúteis e idiotas como estes assassinos andam soltos por aí cometendo mais e mais crimes, tudo pelo "maldito" patrimônio.
Sinceramente, não posso dizer que a Justiça será feita, pois conheço nosso sistema criminal, e mesmo com a pior condenação para estes seres, ainda haverá compaixão, pois este tipo de gente já vive na corja da sociedade, e um castigo a mais ou um a menos não fará diferença. A verdadeira Justiça espero que ocorra na mente destes sujeitos, se eles a tiverem.
Portanto, aqui fica um apelo e um desabafo de revolta, pois continuamos perdendo gente de bem nas mãos de criminosos, que mesmo sendo humanos como nós, parecem monstros sem coração. Será possível perdoar este tipo de gente? Sinceramente não sei, pois os valores morais estão perdendo espaço para intrigas sociais, e a cada dia que passa mais gente de bem morre por seguir a linha, nas mãos de pessoas sem moral alguma.
Até quando vamos suportar isso?
Como disse o Prof. Ricardo Martins em nossa homenagem ao Mestre Ivan: "Houve uma contradição neste caso, pois o Mestre Ivan sempre defendeu a liberdade do réu, e acabou perdendo sua vida nas mãos deste".
Lamentável e desesperador.
Sem mais palavras, apenas tentarei dormir em paz, se isso for possível.

14.6.10

Boa semana!



PS: Vá em paz Prof. Ivan Vieira...com certeza o seu lugar está guardado por aquele que faz a verdadeira Justiça!!!

10.6.10

A importância da pesquisa

A pesquisa científica é um dos elementos que mais nos agregam valores, pois a análise de questões controvertidas à luz de um pensamento sem pré-conceitos traz uma compreensão única do assunto, formando um poder de captação que a sociedade hoje em dia está banindo do entendimento comum.
Pesquise!

9.6.10

O que é hermenêutica?

O que é hermenêutica?

A hermenêutica é a teoria ou a arte da interpretação. Ela surge, enquanto filosofia, como desenvolvimento das hermenêuticas jurídica, bíblica e literária e tem seu apogeu na metade do século XX. Apregoa, em breves linhas, que a verdade é fruto de uma interpretação. Se, antes, era uma teoria que ensinava através de metodologias como interpretar textos, agora, como filosofia, a hermenêutica significa um posicionamento diante do problema do ser e da compreensão que dele possamos ter.
Existe uma extensão no âmbito da hermenêutica que vai da interpretação de textos até a compreensão do ser em geral, ou seja, compreensão do mundo humano. Do texto ao ser; da metodologia à ontologia. A hermenêutica como ontologia caracteriza o ser com a lingüisticidade e com a temporalidade.
Para a hermenêutica a linguagem adquire um papel fundamental, especialmente após a chamada reviravolta lingüística (linguistic turn) ocorrida no século XX. No entanto, diferentemente de uma análise lógica e gramatical da linguagem ou de uma análise lingüística, enquanto ciência geral dos signos, a hermenêutica tenta compreender o acontecer da linguagem na sua unidade e genuinidade.
Quando falamos do ser, das coisas, de nós mesmos, estamos sujeitos aos efeitos da história e à tradição lotada de palavras, narrações, mitos, textos, enfim, que substanciam nossa visão da realidade e que, no conjunto, constituem o ser. Assim, existe algo antes de nós que nos domina. Pensamos em nós, pensamos o que outros pensam de nós e também pensamos nos projetos futuros. Ser é linguagem e é tempo. Ser é evento, é princípio. Ele se dá, acontece e manifesta-se lingüisticamente. É um apelo dirigido ao homem e ao qual ele (cor)responde. Não existiria ser sem o homem; da mesma forma que não existiria o homem ser o ser.
Qual a relação do homem com esse ser que acontece como linguagem e no tempo? Essa relação acontece através da pré-compreensão: o processo de desenvolvimento da interpretação.
Se o homem está jogado no fluxo da linguagem, ou seja, no conjunto lingüístico-temporal da tradição, e se o ser é aquilo no qual estamos desde sempre jogados, isso significa que não existe a neutralidade e que jamais encontramos as coisas diretamente. Sempre teremos a intermediação e os condicionamentos lingüístico-culturais. Assim, a pré-compreensão antecipa nosso conhecimento da realidade. E o ser nos ajuda nesse conhecimento já que nos predispõe à realidade. Se o homem se coloca o problema do ser é porque já dispõe de uma compreensão vaga e mediana do ser – essa é a pré-compreensão. A pergunta acerca do ser só é possível porque já temos uma certa direção ou indicação.
O círculo hermenêutico, que também caracteriza a compreensão, significa o constante mover-se do já compreendido ao compreendido; da pré-compreensão à compreensão. Interpretar significa entrar constantemente nesse círculo e encará-lo não como um limite negativo ao conhecimento, mas como sua condição.
O círculo hermenêutico é uma das muitas “provocações” da hermenêutica ao conhecimento científico tradicional, o qual não aceita essa circularidade simplesmente para evitar problemas lógicos. O círculo hermenêutico fica ainda mais claro quando consideramos que somente dentro de uma totalidade de sentido previamente projetada algo singular aparece como algo. A interpretação como resultado da compreensão circular pressupõe, como condição de possibilidade, o círculo hermenêutico.
A interpretação enquanto resultado da pré-compreensão também é linguagem e também é tempo, já que acontece no tempo e depende do que lhe é oferecido pelo tempo. A interpretação é dirigida ao ser. No entanto, é impossível conhecê-lo de modo exaustivo, total e definitivo. Toda interpretação, justamente por ligar-se à linguagem e ao tempo, será histórica, relativa e transitória. Isso é o que chamam na filosofia contemporânea de consciência histórica. O homem sempre está implicado no ser ao qual dirige sua interpretação. Essa interpretação visa sua situação hermenêutica sempre incompleta, histórica e nunca autotransparente, como se fosse uma verdade clara e distinta, necessária e universal!
A interpretação pressupõe uma alteridade, uma diferença. Sempre estará presente algo que nos é estranho e distante. A interpretação visa justamente diminuir essa estranheza e essa distância, a qual pode ser histórica, cultural ou psicológica. Todo um conteúdo ético ingressa na hermenêutica a partir dessa consideração anterior, ou seja, a da tolerância, do diálogo, do ouvir e interpretar aquilo que é distante e estranho.
Enfim, a interpretação tem duas características que nunca poderão ser afastadas: a pertença e participação daquele que interpreta e a distância, alteridade e diferença daquilo que se interpreta. Desse modo, a irredutibilidade da existência que interpreta aos objetos do mundo natural, bem como sua singularidade de ente privilegiado que se coloca o problema do ser levam toda a problemática da hermenêutica a um deslocamento, qual seja, o deslocamento do âmbito psicológico-existencial (Kierkegaard e existencialismo) e do âmbito epistemológico (Dilthey e historicismo) ao âmbito da ontologia existencial, ao âmbito do ser considerado como linguagem e como tempo. A ontologia existencial vê o homem e as coisas imersos no ser e por ele constituídos. Cada evento será, portanto, uma individualidade irredutível e não integrável em esquemas especulativos e filosóficos.
O ser lingüístico e temporal é a alteridade e a diferença; a compreensão relativa e transitória liga-se ao ser através da pertença, da pré-compreensão e do círculo hermenêutica; e o resultado disso é a verdade como fruto de uma interpretação. Sendo a interpretação incompleta e sempre irredutível, foi lançada à hermenêutica a acusação e o estigma de um paradigma relativista. No entanto, geralmente quem a acusa de relativista ainda está submerso numa tradição que trabalha com dualismos e que pressupõe, contra o relativo, algo constante, uma essência duradoura, algo universal, etc.
Mesmo enfrentando essa acusação, a hermenêutica ainda visa restituir a dignidade e a profundidade ao trabalho do pensamento, da filosofia. No entanto, essa tarefa é perigosa num contexto de “fim” e de destruição da filosofia. Se a hermenêutica fosse relativista, ela não se importaria ainda com as tarefas impostas à filosofia em tal contexto. Então, como dar dignidade à filosofia num contexto historicista, pluralista e perspectivista da verdade, principalmente depois da dissolução do hegelianismo? É possível um pluralismo não relativista da verdade?
A hermenêutica atual, seja teológica, histórica, das ciências do espírito ou relacionada com a problemática fundamental da própria filosofia, deve ser analisada a partir do contexto de problemas de toda a filosofia moderna. As questões da filosofia moderna, quando lançadas no quadro de referência da hermenêutica, são ampliadas e aprofundadas. Por isso que alguns autores inseridos na tradição da hermenêutica defendem uma posição “pós-moderna”.
Uma das questões da filosofia moderna, talvez a principal delas, é a teoria do conhecimento, epistemologia, gnoseologia e sua relação com o problema da autofundamentação do conhecimento filosófico. Quando lançada no quadro da hermenêutica, a tradição filosófica do racionalismo, do empirismo e do idealismo adquire uma outra formatação. Depois da “destruição” dessa tradição, no sentido positivo dado por Martin Heidegger, ou depois da “desconstrução”, no sentido de Derrida de ressaltar os dualismos paradoxais da modernidade, essa tradição adquire um novo sentido revolucionário para o âmbito do conhecimento.
Seja como for, a interpretação torna-se a porta de entrada para novas possibilidades de pensamento e da própria filosofia, muito além do idealismo e além do objetivismo científico (positivismo). Assim, a hermenêutica trata do problema da verdade e das novas formas, contornos e tarefas da própria filosofia.
Os autores principais da hermenêutica são: Scheleiermacher, Dilthey, Martin Heidegger, Hans-Georg Gadamer, Pareyson, Paul Ricoeur, Jacques Derrida, Gianni Vattimo, Bultmann, Barth, Fuchs, Ebelling, Hanna Arendt, Jonas, Löwith, O. Marquard, R. Bubner, dentre vários outros.
Por Fabrício Carlos Zanin
Fonte: Instituto de Hermenêutica Jurídica

8.6.10

Fim do nepotismo federal?

Fim do nepotismo federal???


A edição do Diário Oficial da União desta segunda-feira (7/6) traz o decreto que proíbe o nepotismo nos órgãos e entidades da administração pública federal de forma direta ou indireta. A medida vale para familiares do presidente da República, do vice-presidente, dos ministros, de autoridades administrativas e de ocupantes de função de confiança de direção, chefia ou assessoramento.

A partir de agora fica proibida a contratação, nomeação ou designação de companheiro, cônjuge ou parente, por consanguinidade ou afinidade, até o terceiro grau, para cargo em comissão ou função de confiança, atendimento a necessidade temporária de excepcional interesse público e estágio.

O decreto proíbe também o nepotismo cruzado, ao vedar as nomeações ou designações recíprocas envolvendo órgãos ou entidades da administração pública federal, quando caracterizarem ajustes para burlar as restrições ao nepotismo. No caso de familiares do Presidente e Vice-Presidente da República, a vedação abrange todo o Poder Executivo Federal.
É vedada a contratação direta, sem licitação, de empresas por órgão ou entidade da administração pública federal na qual haja administrador, ou sócio com poder de direção, que seja familiar de detentor de cargo em comissão ou função de confiança que atue na área responsável pela demanda ou contratação.

Fica sob responsabilidade da Controladoria-Geral da União notificar os casos de nepotismo de que tiver conhecimento às autoridades competentes, sem prejuízo da responsabilidade permanente de cada uma delas de zelar pelo cumprimento do decreto. O funcionário em situação de nepotismo deve ser exonerado ou dispensado do cargo.
Com informações da Assessoria de Imprensa da Controladoria-Geral da União.
Fonte: Consultor Jurídico - Mayara Barreto

7.6.10

Empresa condenada a pagar R$ 30 mil por assédio moral

Empresa condenada a pagar R$ 30 mil por assédio moral

Quando o empregador age de forma agressiva, desrespeitosa e discriminatória com o empregado, causando-lhe humilhação e constrangimento, dor íntima e baixa estima, ferindo a sua honra e dignidade, configura-se o assédio moral.
Foi esse o motivo que levou a Manoel Bernardes Indústria e Comércio Ltda., empresa mineira do setor de indústria e comércio a ser condenada ao pagamento de R$ 30 mil por dano moral por assédio moral a um empregado que se sentiu ofendido com as agressões sofridas no trabalho.
A empresa considerou excessivo o valor da condenação imposto pelo TRT da 3ª Região (MG) e interpôs recurso ao TST , na expectativa de que fosse reduzido. A indenização foi fixada de acordo com as peculiaridades do caso concreto e em observância ao princípio da razoabilidade e da proporcionalidade ao dano sofrido, afirmou o ministro João Batista Brito Pereira, que analisou o recurso da empresa na 5ª Turma do TST.
O relator transcreveu em seu voto parte do acordo regional em que ressalta que a indenização trabalhista é devida por “causa do dano, da dor interior, que se mistura e infunde na vítima a sensação de perseguição”.
Fonte: Espaço Vital

4.6.10

3.6.10

Praga



Praga - República Tcheca

2.6.10

Hungria




Budapeste - Hungria

Buenos dias!!!

Bom dia,



Hoje é um daqueles dias em que todos estão na marcha lenta, e comigo não é diferente!


Portanto, não só hoje, como nos próximos dias, as postagens serão de lindas imagens da humanidade.


Como sempre explico, meus escritos e minha faculdade tomam muito tempo, e de vez enquando preciso "abandoná-los", mas é rapidinho, só até passar a maré alta de trabalhos e prazos a cumprir!!


Selecionei diversas imagens do mundo todo, espero que gostem e comentem se necessário!!


Estarei diariamente aqui e no Twitter, portanto, qualquer coisa, me chamem!!


Grande abraço!!


VIVA A VIDA